Marcas Do Passado, Nora - Viagem Inesquecível

9º Parte (varias partes deste estão intercaladas com a parte Bombshell e Reviver
Nora
BUM, BUM, BUM...
Acordei sobressaltada do pesadelo que tivera de Jack e olhei para a porta admirada, Aurya sentou-se na cama olhando para mim confusa.
- Mas que raio! São seis da manhã! - Exclamou olhando para mim e para o relógio, ela parecia exausta com o cabelo todo despenteado. 
Bateram de novo e eu levantei-me e foi a correr para a porta abrindo-a. 
- Taylor, o que raio estás aqui a fazer? - Perguntei vendo que era o Taylor estava com umas calças pretas  sem T-shirt. 
Eu sai para o corredor reparando que ele estava a sorrir, ele tinha o peito definido sem tatuagens, tentei não ficar de boca aberta a olhar para ele, reparando que ele estava com o cabelo preto despenteado. 
- Eu preciso de te pedir uma coisa - disse agarrando-me nos cotovelos puxando-me para ele. 
Corei, eu estava com um pijama com elefantes cinzentos e cor de rosas, não era propriamente a melhor maneira de falar com um rapaz.
- O que é que não pode esperar por umas boas horas? - Perguntei esfregando os olhos enquanto ele olhava -me nos olhos. 
- Eu quero que venhas comigo para fazer uma tatuagem, por favor, Nora. 
Olhei para ele admirada enquanto ele esperava. 
- Isso não podia esperar? - Perguntei admirada e então fiquei espantada. - Vais fazer agora? A estás horas? Não podes esperar que me vista?
Ele riu-se as gargalhadas e largou-me olhando-me divertido. 
- Não é agora, é a tarde depois da visita - disse cruzando os braços reparando nas tatuagens de novo.
- Mais uma vez, não podias ter esperado umas horas? - Perguntei olhando atenta para as tatuagens dele, hipnotizada.
- Podia, mas não queria esperar...
Olhei para os seus olhos cinzentos e reparei que ele me olhava intensamente. Estremeci, não era primeira vez que olhava assim, no autocarro depois de ser esbofeteada pela sua ex.
- Ham... - murmurei sorrindo. - Claro eu vou contigo. 
- Desculpa ter te acordado, queres dar uma volta? É cedo, mas...
- Claro, deixa-me só vestir-me - disse virando-me para o quarto. 
Antes de abrir a porta do quarto ele pegou no meu cotovelo, eu olhei para ele desconfiada.
- Nem penses, vamos dar uma volta, podes ficar assim - disse sorrindo. 
- Estás a brincar? Olha, tudo bem eu estar assim, mas tu tens que por um t-shirt - disse olhando para ele.  - Ainda aparece ai uma espanhola  pensa que estás livre e eu não quero.. - interrompi-me ao ver que ele olhava para mim curioso. -  Que sejas perseguido por solteiras.
- Tu não ias dizer isso, mas okay, eu vou ter que ir ao quarto então. - Disse sorrindo. 
Nós passamos até ao quarto dele onde ele pegou numa camisola para ele. Quando ele saiu do quarto deu-me uma camisola grande preta que era dele, eu vestia num instante. 
- Anda - disse agarrando na minha mão sorrindo. 
- Onde pensas que vamos? - Perguntei enquanto ele me puxava para as escadas subindo. 
- Já alguma vez viste o nascer do sol? - Perguntou-me sorrindo. - Apenas com alguém?
- Não - disse sorrindo levemente.
Nós fomos até ao telhado que estava coberto de pedras e ele levou-me até ao pequeno muro que marcava o limite do hotel e sentamos-nos num banco que estava lá.
Eu olhei para o céu ainda estava demasiado escuro, no horizonte conseguia ver claridade e o resto era a cidade como paisagem. Suspirei encostando-me ao encosto do banco abraçando as minhas pernas.
- Eu pedi ao Nathan para ir buscar o pequeno-almoço para nós - disse sorrindo para mim.
- Coitado, foste o acordar? - Perguntei sorrindo.
- Ele já estava acordado - disse encolhendo os ombros. - E ele deve-me um favor.
Ouvi uma porta a abrir-se e vi que era Nathan, ele estava com o cabelo loiro penteado para trás e mulhado, ele estava com calças de ganga e um polar e nas mãos tinha dois copos de café numa mão e na outra uma saca de papel.
- Entrega especial - disse sorrindo para mim piscando um olho.
Taylor pegou no que Nathan tinha e agradeceu. Nathan foi-se embora e ficamos sozinhos. Taylor pegou num dos copo e deu-mo, era um capuccino e do saco tirou um queque de chocolate ele entregou-mo sorrindo.
- Espero que gostes - disse sorrindo.
Eu bebi um pouco e olhei para ele.
- Porque é que estás a fazer isto? - Perguntei antes de dar uma trinca no queque
- Porque eu acho que precisas de sair da tua realidade, Nora, acho que precisas de ver isto e acreditar.
- Acreditar em quê? - Perguntei sorrindo.
-Acreditar que ainda podes ser feliz, Nora - Disse olhando para o horizonte.
Respirei fundo olhando para o horizonte vendo o sol a nascer aos poucos. Era altura de eu confiar em alguém.
- Eu tinha 13 anos quando o conheci, a minha mãe é advogada ela levou-me um vez ao trabalho e lá estava ele, Jack, o filho da assistente da minha mãe - comecei a dizer enquanto ele me olhava curioso. - Ficamos melhores amigos, pouco tempo depois começamos a namorar como as nossas mães queriam.
- Queriam a família perfeita?
- Algo assim, sim. - Disse dando meio sorriso. - E ao inicio parecia perfeito. Até a um ano atrás, as coisas mudaram, ele deixou de ser querido e romântico e passou a ser obsessivo e ciumento. Se eu saia de casa ele estava a minha espera a entrada pronto para saber onde ia e com quem ia estar, era sufocante  e eu dizia a mim própria que era apenas porque me amava.
- Tu amavas-o? - Perguntou olhando para mim atento.
- Eu pensava que sim, até que a menos de um ano, ele... ham.... - disse engolindo em seco, Taylor agarrando a minha mão. - Ele bateu-me... uma estalada... porque ele teve uma nega e eu estava a tentar incentiva-lo, ele pediu desculpas, implorou por perdão, e eu perdoei.
Olhei para o sol, o céu estava laranja e azul, respirei fundo era altura de soltar tudo.
- Mas ele voltou a fazer, tudo porque eu lhe contei os meus sonhos, e não foi só uma bofetada... ele... - solucei sentindo tudo o que senti naquele dia, Taylor pegou em mim e pôs-me no seu colo abraçando-me.
- Não precisas de continuar - disse olhando para mim.
- Não, eu preciso. - Murmurei olhando para ele. - Ele bateu-me de novo e de novo e de novo, até ficar enrolada no chão e rezar que acabasse.
Eu senti-o endurecer e agarrar-me com força, ele olhou para mim.
- O que aconteceu depois? - Perguntou entre dentes parecendo furioso mas ao mesmo tempo a tentar ficar calmo. - Diz-me que ele foi preso.
- Ninguém sabe... elas não fazem ideia. Eu foi encontrada na casa dele pelos seus pais, posta no hospital, ele foi para o centro de reabilitação juvenil. Quando sai do hospital fiquei um mês em casa quando voltei a escola inventei uma historia parecida com a verdade, e durante alguns meses eu fiquei em estado de depressão.
- Elas não fazem ideia? Nunca contaste? - Perguntou olhando-me com os seus olhos cinzentos repletos de perguntas.
- Não queria, nem podia. Eu não quero pena - disse olhando para ele enquanto o sol iluminava o seu rosto.
Ele beijou-me a testa e encostou a minha testa a sua.
- Tens alguma cicatriz? - Perguntou-me olhando-me.
Eu apontei para o meu lábio inferior, onde tinha uma pequena cicatriz. Taylor olhou um segundo para mim como se tivesse a me avisar com antecedência e de seguida deu-me um beijo suave nos lábios, estremeci com o toque suave dos seus lábios e ele afastou-se rapidamente, sorrindo levemente, abraçando-me enquanto olhávamos para o sol, esqueci de tudo.



Mais tarde na loja de tatuagens- parte desta cena está em Bombshell
Olhei para o Nathan, ainda não acreditava que ele era o vocalista dos Lords, pensei sorrindo enquanto observava como ele falava com Aurya sobre o lançamento do álbum. Era algo que eu não estava a espera, nem mesmo a Aurya que ficou furiosa com ele. 
- Calma rapariga - disse Taylor ao meu lado, ele estava sem camisola, virado para as costas da cadeira agarrando-a enquanto me dava a mão.
Eu olhei para ele e vi que ele estava a olhar para mim intensamente enquanto o seu primo estava a tatua-lo. 
- Não me digas que estás com ciumes? - Perguntei corando-me ao lembrar do pequeno beijo que partilhamos. 
- Ciumes, não. Inveja, sim - disse sorrindo piscando o olho enquanto apertava a minha mão levemente. - Tu gostas mesmo dele? 
- Das musicas sim, adoro - disse-lhe sorrindo levemente. - Mas é só, admiro os tipos. 
Ele sorriu e passou a outra mão pelo meu rosto. 
- Quais são os teus sonhos Nora? - Perguntou olhando-me curioso. 
Paralisei olhando para o lado engolindo em seco. Os meus sonhos tinham sido tantos que eu me esquecera do que sentia quando ia atrás deles, tinha desistido deles no momento que eu tinha decidido proteger a minha vida e o meu coração.
-São coisas do passado - murmurei.
 - Eu não sou como ele, Nora, nunca serei - murmurou olhando-me atento.
Eu olhei para ele vendo que ele estava a olhar-me intensamente.
- Eu não estou a dizer que sejas assim, eu apenas... aprendi a não confiar.
- Então não confias em mim?
- És o primeiro a quem confiei o que se passou, o que achas?
Ele sorriu de novo e o primo dele de repente afastou-se.
- Está feito - disse sorrindo para todos.
Taylor levantou-se e olhou para o espelho, que estava do outro lado da loja, nas costas tinha duas asas negras.
- Que achas? - Perguntou olhando para mim por cima do ombro.
- Ah - gaguejei.
- Ela adorou - disse Aurya dando-me uma cotovelada quando se sentou ao meu lado, para que eu parasse de olhar para ele de boca aberta.
- Em que te inspiraste desta vez rapaz? - Perguntou Nathan.
- Uma pequena luz - disse encolhendo os ombros enquanto o primo dele tapava a tatuagem.
Nathan e a Aurya olharam para mim. Eu apenas encolhi os ombros, enquanto Taylor acertava tudo com o primo.

Mais tarde no Lançamento, primeira parte desta cena está em Bombshell
- Eu adoro-te - disse Matt pegando em mim e girando-me agradeci o facto de estar a usar calças pretas e uma camisa branca e preta bastante transparente. 
Eu ri quando ele me largou e os outros sorriram para mim, depois do lançamento estávamos agora na recepção, onde tinha o comes e bebes, e musica. Vários fotógrafos tiraram fotos ao momento, o que me fez olhar confusa para eles.  Matt estava com um fato preto e eu tinha adorado conheçe-lo atraves das entrevistas, ele era um dos meus preferidos. 
- Tiveste muito bem - disse Nick sorrindo para mim. - Adoro o cabelo do Nathan talvez conseguimos convence-lo a pinta-lo permanentemente. 
Apesar de eles estarem a falar inglês foi fácil de entender o que eles diziam. 
- Acho que ele está ocupado - disse em inglês.
Nós olhamos para a pista de dança, Nathan, que ainda estava com o cabelo cor de rosa, estava a dançar com Aurya e notava-se que eles estavam a discutir sobre o que tinha se passado. Eu olhei para o lado e vi Anya e o Andrew a dançarem perto um do outro enquanto Luck e Clary estavam a minha beira com o resto da banda. Eu sorri, quem diria que numa viagem como está iam encontrar as suas caras metades? E eu estava mais que feliz por elas, elas merecem... apesar de estarem a fazerem-se de difíceis via que faltava pouco para admitirem o que estava a acontecer.
Olhei para o salão, parecia uma boate, tinham posto luz negra nas mesas redondas que estavam despesas na sala, e o tecto acima branco tinha uma bola de espelhos. 
Olhei para todos os lados e vi que Taylor não estava em lado nenhum. 
- Alguém viu o Taylor? - Perguntei preocupada.
- Ele foi ao quarto - disse Clary, que estava com um vestido azul apanhado e o cabelo apanhado, com o Luck ao seu lado  - está a demorar até. 
- Eu vou ver como ele está. 
Sai do salão e foi de elevador para o quarto dele. Bati a porta e esperei lembrando-me do beijo que partilhamos no telhado. A muito tempo que não me deixava ir nos sentimentos que sentia, e o que sentia em relação ao Taylor era algo que eu não podia ignorar muito menos deixar de lado, principalmente depois daquele beijo. No entanto, não queria sentir o meu coração a ser desfeito aos poucos, toquei no meu peito onde estava o meu coração e apercebi-me que aos poucos Taylor estava a conseguir coloca-lo no seu lugar.  
Eu estava ainda perdida nesse momento quando Taylor abriu a porta, o que me levou quase meio minuto a reparar que ele estava de tronco nu, olhei para cima para os seus olhos e ele sorriu. 
- Preciso da tua ajuda. - Pediu sorrindo. 
- O que se passa? - Perguntei corando. 
Ele mostrou-me o creme para a tatuagem e eu acenei entrando no carro, Taylor sentou-se na cama e eu fiquei atrás dele para colocar o creme na tatuagem.
- Estava a incomodar imenso o ardor. Estás bem? - Perguntou-me enquanto desapertava a tampa. 
- Estou - disse colocando um pouco de creme na mão passando na tatuagem o mais leve possível. 
- Eu nem cheguei a agradecer por confiares em mim - disse olhando para as mãos. 
Eu suspirei olhando para a tatuagem. 
- Não agradeças. Apenas tinha que fazer, ainda bem que foi contigo. 
Assim que acabei tapei o creme e afastei-me de Taylor para que ele se vestia. 
- Hum... Nora - chamou Taylor. 
Olhei para ele e vi que ele estava com a camisa que usara antes, ele parecia pensativo. 
- Quando te beijei... eu não pensei - disse fazendo uma careta. - Eu apenas...
- Não faz mal, Taylor. Eu não levei a mal. E nem foi um beijo. - Disse encolhendo os ombros. 
- Pois... espera... não foi um beijo? - Perguntou sorrindo inclinando um pouco a cabeça para o lado. 
- Bem, não... quer dizer sim, mas não foi um serio - apressei-me a dizer rapidamente ao ver a expressão dele, ele deu um passo na minha direcção. - Quer dizer, foi serio mas não foi... 
Ele colocou-se mais perto de mim, ficando a centímetros de mim, eu dei um passo atrás e bati contra a parede. O meu coração estava a bater descontrolado.
- Então aquilo não foi... não contou - disse sorrindo para mim.
- Não... quer dizer... - disse notando que ele estava com o rosto a centímetros do meu. 
- Acho que vou ter que fazer este contar...
E dando me tempo para desviar ele beijou-me, passando a mão pelo meu cabelo, eu agarrei o pescoço dele puxando-o para mim, mas demasiado cedo afastou-se. Ele beijou o meu rosto e olhou para mim sorrindo. 
- Isto contou? 
- Um pouco - sussurrei enquanto o meu coração parecia que saltava do meu peito. 
Ele olhou-me surpreendido e beijou-me de novo com mais intensidade,eu passei a mão pelo seu peito sentindo o seu coração a bater rápido no mesmo ritmo que eu, e subi explorando os ombros largos dele, indo para o cabelo apertando um pouco sem resistir, suspirei quando ele passou a língua pelos meus lábios. Quando ele se afastou puxou-me para um abraço e olhou para mim sorrindo. 
- Estás bem?
- Pela primeira vez, sim. 
- Fico feliz por isso, Nora - disse agarrando o meu pescoço dando-me outro beijo. - O que faremos agora?
- Agora vamos para baixo e mais tarde resolvemos isto.
- Mais tarde? - Perguntou-me quando me afastei.
Ele olhou para mim serio demais, como se tivesse o magoado.
- Eu ainda não sei se estou pronta, Taylor. Eu mal te conheço, eu já foi magoada antes... apenas deixa estar assim como está - disse passando a mão pelo seu rosto.
Ele fechou os olhos por um pouco e então olhou para mim como se visse a minha alma.
- Eu não vou desistir de ti, vou provar-te que somos perfeito juntos.
Engoli em seco, como em tão pouco tempo eu amava-o? Ele pegou na minha mão e levou-me para fora do quarto, eu sorri, enquanto ele apertava a minha mão. Fomos para o salão vendo que todos olhavam para nós e sorriram como se soubessem.
- Vamos dançar! - Exclamou Taylor puxando-me para a pista de dança.
O Dj estava a colocar musicas dos Lords modificadas e em Remix, por isso encontrar um ritmo não foi complicado, o problema era que Taylor estava demasiado perto de mim, fazendo-me corar. Os pares a nossa volta dançavam agarrados como se tivessem a se fundir um nos outros, era hipnotizaste, e estar assim com Taylor era intenso.
- Eu não sabia que dançavas - disse quando ele agarrou a minha cintura.
- Há muita coisa que não sabes sobre mim, Nora - disse sorrindo para mim.
Aurya passou por nós e agarrou-me puxando-me para o canto da sala, ela estava com um vestido preto e saltos e parecia que tinha visto um fantasma.
- Nora, foge! - Exclamou.
Olhei confusa para ela, Taylor estava atrás de nós confuso.
- O que se passa? - Perguntei vendo que ela estava assustada.
Uma mão me puxou para o centro da pista, uma mão forte que eu reconhecia, olhei para a pessoa que me agarrava, era loiro de olhos castanhos e estava com uma camisa branca e gravata.
- Jack! - Exclamei sentindo o medo a percorrer a minha pele, arrepiando-me.
- Olá Nora! - Disse agarrando-me para dançar.


(aviso, está parte ainda tem que ser redigida)
Continua...
1ª Parte -Aparências Iludem, Nora - Ver aqui
2ª Parte - A Fotografia Perfeita, Aurya - Ver aqui
3ª Parte - Relacionamentos Improvisados, Clary - Ver aqui
4ª Parte -Primeiro Amor - Anya - Ver aqui
5ª Parte -Os Desenhos, Nora - Ver aqui
6ª Parte -Desentendidos, Clary - Ver aqui
7ª Parte -Bombshell, Aurya - Ver aqui
9º parte - A Luta, Clary - Depois de Refugio em Vizinho Perfeito...
Não se esqueçam de votar no conto preferido... 
Love Peace and Write
Kisses Lovewriters 

Comentários

  1. Porque vc so escreve dialogo?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Infelizmente, não tive tempo para redigir está parte, e acrescentar os detalhes, estava atrasada na publicação, felizmente, consegui finalmente um tempo para acrescentar está noite. Eu publiquei mesmo assim, porque estava muito atrasada.

      Eliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares